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Preços da soja voltam a subir no Brasil seguindo dólar e Chicago
Mas, segundo a consultoria Safras, as referências seguem nominais, devido à escassez de oferta e à postura retraída dos vendedores

Publicado 24/07/2020
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Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais altos nesta quinta, 23, acompanhando a alta de quase 2% do dólar comercial, de acordo com a consultoria Safras. A valorização dos contratos futuros em Chicago também ajudou na sustentação.

“Mas as referências seguem nominais, devido à escassez de oferta e à postura retraída dos vendedores. Poucos e pontuais negócios estão sendo realizados”, destaca.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 115 para R$ 116. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 114 para R$ 115. No porto de Rio Grande, o preço passou de R$ 118 para R$ 119.

Em Cascavel (PR), o preço subiu de R$ 112 para R$ 112,50 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca aumentou de R$ 115 para R$ 117,50.

Em Rondonópolis (MT), a saca permaneceu em R$ 110. Em Dourados (MS), a cotação ficou em R$ 111. Em Rio Verde (GO), a saca estabilizou em R$ 107.

Contratos futuros

A soja fechou esta quinta-feira, 23, com preços mais altos na Bolsa de Chicago. De acordo com a consultoria Safras, sinais de demanda aquecida por parte da China voltaram a dar sustentação às cotações.

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 7 centavos ou 0,77% em relação ao fechamento anterior, a US$ 9,06 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 9 por bushel, com ganho de 4,50 centavos ou 0,5%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 3,70 ou 1,25% a US$ 297,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 30,36 centavos de dólar, baixa de 0,16 centavo ou 0,52% na comparação com o fechamento anterior.

Fonte: Canal Rural

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