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Sargento da PM nega ter ameaçado treinador do Porto Velho de morte e dirigente comenta polêmica

Por Folha do Sul
Publicado 13/08/2019
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O policial militar da reserva Luiz Carlos Almeida, o “Grilo”, que atuou como segurança no jogo Vilhenense x Porto Velho na noite do sábado, 10, pela semifinal do Campeonato Rondoniense Sub-20, e que se envolveu em uma confusão com o treinador da equipe da capital, que registrou um boletim de ocorrência afirmando que o sargento da PM o teria ameaçado de morte, se pronunciou sobre o caso. 

Em entrevista ao FOLHA DO SUL ONLINE, o segurança confirmou a discussão com o treinador, mas negou ter proferido qualquer ameaça. Segundo Luiz Carlos, o que houve foi apenas uma discussão. “Ele estava mandando que os seus atletas batessem nos adversários. Eu disse a ele que aquela não era atitude de um profissional que trabalha com jovens. Ele, então, disse que eu não sabia com quem estava falando e proferiu alguns palavrões". 

Luiz Carlos se disse surpreso quando ficou sabendo pela imprensa sobre o registro do boletim de ocorrência. Isso porque, segundo o segurança, após o jogo ele e o treinador teriam conversado e tudo ficado aparentemente resolvido. “Fiquei surpreso, porque conversamos depois do jogo, nos desculpamos, ele me disse que estava com a cabeça quente e que lamentava". 

O vice-presidente da Federação, Natal Jacob, que na partida atuou como delegado, manifestou-se sobre o assunto em áudio enviado à imprensa. Na gravação, Jacob confirma a discussão, mas, além de negar não ter havido interferência no resultado da partida, como afirmou o treinador do Porto Velho no boletim de ocorrência. Natalzinho também afirma não ter havido qualquer ameaça.

Fonte: Folha do Sul

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